25 de março, um passeio inesquecível

16 dezembro 2007     produtos

Texto de Olga Samila

25placa

Se você acha que passear pela região da 25 de Março é “programa de “índio”, ledo engano. Para o paulistano – que carece de praia, orla, calçadão, ciclovia – todo e qualquer programa, por melhor que seja, por mais caro e chique, pode se transformar em “programa de índio”.

Por isso, aqui vão algumas dicas de quem freqüenta (e gosta de freqüentar) a região.

Dispa-se de preconceitos e se vista de paciência. Aqui se pratica o passo de tartaruga. Se, por um lado, é difícil (vai contra o nosso ritmo…), por outro possibilita perceber tudo e em detalhes. As lojas com suas miríades de produtos, muitos deles, maravilhosos! Os preços, quase sempre irresistíveis! Por conta dessa dualidade, é impossível sair daqui sem uma sacolinha sequer.

Porém a região da 25 de Março é mais do que uma rua só, particular em sua movimentação, em seu colorido humano (um estudo sócio-antropológico?), mais do que compras populares (preste atenção e veja que há opções bem elegantes, sim!). Há ruas transversais e paralelas que ocultam-exibem verdadeiros tesouros. Vale, sim, a pena, expandir seu raio de caminhada. Aliás, por falar nisso, caminhar faz bem ao coração. Então aproveite.

Venha para cá com calçado e roupas bem confortáveis e caminhe um pouco mais. O Mercado Central está a dois quarteirões da 25 de Março, na direção da Senador Queiroz. E aqui as maravilhas atingem, em cheio, nossos cinco sentidos. Frutas fresquíssimas, perfumadas; queijos e frios que aguçam o paladar; doces e salgados; sementes, amendoins, ervas e chás. E locais para lanchar, beliscar, petiscar, tomar um chopp bem tirado, uma água de coco ou mesmo almoçar, sem pressa, sem corre-corre.

É, sem dúvida, uma forma bem paulistana, cosmopolita, sim, de “degustar” a capital.

Programe-se!
Descubra!



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